Sobre

Cátia

Freitas

Professora · Designer · Comunicadora

Uma pessoa que nunca deixou de aprender, experimentar e mudar.

Retrato de Cátia Freitas, sentada num escadote Retrato de Cátia Freitas a olhar para cima

Quem sou

Sou a Cátia Freitas. Professora, designer, comunicadora e, acima de tudo, uma pessoa que nunca deixou de aprender, experimentar e mudar.

O meu percurso não foi linear. E hoje percebo que essa é uma das minhas maiores forças.

Ao longo dos anos mudei de funções, de contextos, de equipas e até de país. Trabalhei na educação, no design, na comunicação, em projetos europeus e em ambientes internacionais. Em cada mudança tive de observar, aprender depressa, adaptar-me e encontrar uma nova forma de contribuir — sem deixar de ser eu.

Formei-me em Design de Comunicação, aproximei-me mais tarde da Arte-Terapia e construí grande parte da minha vida profissional na educação. Com o tempo, fui percebendo que aquilo que mais me interessa não cabe numa única profissão ou numa única área.

Gosto de ligar pontos.

Criatividade e educação.

Design e emoção.

Comunicação e pessoas.

Tecnologia e humanidade.

E agora, também, Inteligência Artificial e aprendizagem.

Não vejo a mudança como uma rutura com aquilo que fiz antes. Vejo-a como evolução. Cada experiência acrescenta uma camada, uma nova pergunta, uma nova maneira de olhar para o que já conheço.

Talvez por isso me adapte facilmente a novos ambientes e desafios. Preciso de compreender, experimentar, reorganizar e encontrar sentido. Não tenho medo de aprender de novo, nem de reconhecer que aquilo que funcionou ontem pode já não ser suficiente hoje.

A tecnologia entrou naturalmente neste percurso. A Inteligência Artificial interessa-me não apenas pelo que consegue fazer, mas sobretudo pelo que nos obriga a repensar: como aprendemos, como criamos, como trabalhamos e que lugar queremos continuar a ocupar enquanto pessoas.

Continuo a acreditar profundamente no valor da criatividade, da curiosidade, da experiência e das relações humanas.

Sou feita de muitas fases, lugares, projetos e aprendizagens. E não procuro encaixá-los numa linha perfeita.

Procuro antes perceber o que posso construir a seguir com tudo aquilo que fui aprendendo pelo caminho.

Atividades que me preenchem

Fora do trabalho, continuo em atividades que me obrigam a estar presente com o corpo e com os outros. Teatro, biodança, macramé, cinema-poema, cozinha e arte-terapia não são passatempos separados do resto: é onde treino escuta, presença e trabalho de grupo — o mesmo de que preciso quando coordeno projetos e desenho aprendizagem.

Grupo de teatro em palco
Teatro. Faço teatro em grupo: texto, corpo e a disciplina de ensaiar até estar pronto. Participei também na construção de cenários e figurinos, com materiais diversos.
Sessão de biodança
Biodança. Movimento, música e encontro com os outros. Trabalho aqui o que não se resolve a pensar.
Performance num museu
Performance. Faço ação em espaço de museu, entre a cena e a instalação.
Leitura de livro de artista em biblioteca
Arte-terapia. Uso o livro, o desenho e a escrita como prática — o mesmo material com que trabalho com grupos.
Detalhe de nós de macramé em corda de algodão
Macramé. Nós, corda e repetição. É uma prática lenta que também dou em oficina.

Formação · Livro de artista

Fiz formação em livro de artista: dobra, desenho, tinta e encadernação simples. Cada exercício acaba num objeto — uma capa, um acordeão, um livro pequeno que cabe na mão.

Página de livro com desenho a cor Desenho a tinta preta numa página Capa de livro com a palavra Amostras Livro pequeno segurado na mão
Livro em acordeão amarelo

Workshop de cinema-poema

Participei num workshop de cinema-poema — escrever com imagem e som, em vez de só com palavras.

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Oficina de macramé · Associação da Loureira

Dei uma oficina de macramé com estruturas de madeira que construí para o efeito, cordas de algodão e ramos recolhidos. Cada participante monta a sua peça do primeiro nó ao acabamento.

Materiais de macramé dispostos no chão Duas participantes a trabalhar nas suas peças Estrutura de madeira com cordas a montar

Cozinha vegetariana

Oficinas de cozinha vegetariana em grupo, como participante. Gosto do trabalho com ingredientes — cortar, provar, pôr a mesa — e da atenção que a matéria exige, que é a mesma de qualquer outro material.

Pilão de madeira sobre a bancada Beterraba cortada com queijo fresco Interior de uma abóbora com sementes A servir a refeição preparada

O meu trabalho de arte-terapia com grupos está reunido em Arte-terapia.

Imprensa

O trabalho já foi noticiado na imprensa.

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Contactos

Página www.d4he.com
Telefone +351 916 615 682